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by YuMi DeAth

 

Capítulo 15 - Novos monitores

Demorou um pouco para Harry voltar ao normal.

Sentado no centro da vazia sala de troféus e surpreendido pela filha de um Comensal da Morte, seu cérebro ainda estava confuso. Muita coisa estava desodernada, e os últimos acontecimentos não o deixavam em paz.

Ainda queria entender o por quê da reação da irmã de Ícarus. Esperava qualquer coisa, mas ela não demonstrou nenhum desespero, nenhum medo e nenhuma raiva: estava plenamente tranqüila e em paz, chegando até a se divertir com aquela situação. E ainda nem chegou a responder a dúvida que pairava na mente de Harry: se ela estava do lado do pai.

Lembrou-se daquela manhã, quando viu a garota discutindo com Draco. O que eles estavam falando naquele momento? O pai de Draco também era um Comensal, será que estavam tramando alguma coisa?

Mesmo assim, Harry não deixava de se preocupar com Sirius; o padrinho ainda era prioridade. Desde quando ele estaria em Azkaban? Sim, pois devia ser esse o motivo dele não ter tido respostas de Sirius, e Píchi ainda tentava penetrar nas celas gélidas de Azkaban para fazer a entrega. Ou será que ele tinha recebido antes mas não conseguiu responder?

Decidido a voltar para as aulas, Harry ainda estava curioso quanto a tal de Íris Avery. Ainda faltando mais de meia hora para a próxima aula, ele foi até a ala hospitalar e ver o que ela tinha tanto que visitar a "suposta" amiga.

Abriu a porta devagar, e percebeu que Cho estava sozinha. Certamente a sonserina já devia ter saído dali.

Harry entrou; queria ver se Cho estava bem. Madame Pomfrey não tinha voltado, o que deu mais um motivo para permanecer por ali. Sozinho, sem nenhuma Íris Avery para atrapalhar, ele podia contemplar o rosto de Cho, que transmitia tranqüilidade, apesar das conseqüências que a levou a estar ali.

Harry sentou-se ao lado da cama e não pode resistir ao desejo de tocar o seu rosto. Ela respirou mais forte quando a mão dele acariciou a sua face, dando a impressão de que ela estava de uma certa forma, consciente do que ocorria. Mesmo assim, ainda continuava de olhos fechados, dormindo profundamente.

A porta se abriu novamente; Harry pensou que poderia ser Madame Pomfrey, que voltava para a ala hospitalar. Ele levantou-se subitamente, mas quem viu não foi Madame Pomfrey. Era Hermione.

- Imaginei que estivesse aqui... - ela disse. - Nessas horas, o lugar mais confortável, seria o mais isolado. Mas no seu caso, achei que estar com Cho iria reconfortá-lo, mesmo ela estando inanimada.

Hermione se aproximou do amigo e olhou para a apanhadora da Corvinal.

- Não é sua culpa, Harry. Você não desejou isso.

- Não devia estar em aula, Mione? - Harry perguntou friamente.

- Tive aula de Aritmancia, mas saí mais cedo. Disse que estava passando mal, mas eu estava muito preocupada com você. Sabe, todo mundo estava comentando a sua saída desesperada desta manhã.

- E quanto a Rony?

- Deve estar assistindo a aula de Adivinhação.

- E por que ele não veio?

- A idéia de sair da aula um pouco antes me ocorreu há pouco. Não era a minha intenção sair no meio da aula para te procurar. Só que, ao lembrar do seu desespero hoje de manhã, meu coração apertou.

Harry sentiu-se constrangido com a declaração da amiga.

- Então, - continuava Hermione. - Eu precisava sair da sala de aula o mais breve possível. Não consegui chamar Rony; provavelmente iria demorar a ele sair da aula e iria acabar nem dando tempo de te procurar.

- Eu estou bem, Mione... - Harry respondeu. - Fiquei apenas... surpreso com a notícia de manhã sobre meu padrinho...

- Entendo, Harry... - ela desviou o olhar dele, abaixando a cabeça. - Também estou preocupada com Sirius.

- Mione... - Harry depositou sua mão no ombro direito da amiga. Hermione ergueu a cabeça, enquanto ele a consolava. - Sirius sobreviveu durante treze anos em Azkaban. Ele vai conseguir sair dessa. - Harry tentava convencer a si mesmo do que estava dizendo. - Irá sobreviver o tempo que necessário até que consigamos provar a sua inocência.

- Consigamos?

- Não está esperando que ele saia dessa sozinho, está?

Não deu tempo de Hermione responder: Madame Pomfrey voltava para a ala hospitalar. Os dois se retiraram em silêncio, e seguiram para a sala de aula da Profa. McGonagall.

* * *

Harry voltou na segunda aula daquela segunda-feira; teria Tranfigurações. Ele não comentou com Mione sobre Íris Avery; precisava primeiro saber da opinião de Rony. Na certa, se ele contasse a Hermione, ela iria dizer um monte a ele, para tomar cuidado com ela e com o irmão.

- Eu nunca havia reparado nela, Harry... - Rony murmurou para o amigo, evitando que a Profa. McGonagall escutasse. - Mas se ela o ameaçou, acho que você não deve confiar nela.

- Ela não me ameaçou... ela... de certa forma... divertiu-se comigo.

- Típico de alunos da Sonserina... não vê o Malfoy? Ela está agindo como todos de sua casa agem; isso é normal.

Hermione olhava feio para os colegas; as aulas deste ano eram importantíssimas por causa dos N.O.M's. Ela mesma jurou que iria correr atrás do final da aula de Aritimancia perdida. Prestar atenção nas aulas era essencial, já que os dois não estavam se empenhando tanto em estudar como ela.

A hora do almoço foi mais tranqüila; o fato de Sirius Black ter sido capturado não abafava os comentários do ataque de sábado; realmente aquilo tinha sido traumatizante. Foi vivido na pele por todos a força do Lord das Trevas, e Harry estava cada vez mais convencido de que dependia apenas dele para evitar mais danos. A única saída era enfrentar o seu inimigo; não podia fugir e nem vacilar.

Naquele almoço, a vice-diretora Minerva McGonagall pediu silêncio a todos naquele salão, pois Dumbledore queria falar. Demorou um pouco até as conversas cessarem. Quando o silêncio reinou, o diretor iniciou o seu discurso:

- Devido aos acontecimentos de sábado, que não é viável fazer nenhum comentário, pois todos sabem que foi catastrófico, infelizmente fui obrigado a cancelar as vistas a Hogsmeade dos alunos do terceiro ao sétimo ano.

Muitos comentários de indignação rondaram pelo salão. Hermione permaneceu impassível; era necessário, pois fora de Hogwarts, todos estariam com menos proteção ainda. A Profa. McGonagall teve que se levantar para pedir silêncio novamente. Dumbledore prosseguiu:

- No entanto, todas as atividades escolares continuarão. Não se preocupem pois nenhum jogo de quadribol será cancelado. O campo está sendo protegido mais ainda com magia, para que ataques não voltem a acontecer.

"E ainda tenho que lhes informar que todos os professores já se reuniram e já fizeram a sua votação quanto aos novos monitores de Hogwarts."

Hermione esticou-se mais, apurando os ouvidos e atenta ao que o diretor tinha a dizer.

- Os nomes dos novos monitores serão ditos hoje à noite, durante o jantar. Portanto, convoco a presença de todos aqui no Salão Principal, principalmente os alunos que se canditaram a essa função.

- Aposto que a senhorita é uma das candidatas, acertei? - Rony murmurou para Hermione.

Hermione apenas ignorou a pergunta do amigo. Terminou de ouvir o discurso de Dumbledore, e levantou-se, saindo do Salão.

- Por que Hermione sempre sai mais cedo nos horários das refeições? - Neville perguntou para Harry e Rony.

- Simplesmente por que os testes dos N.O.M's estão afetando a cabeça dela! - Rony respondeu.

- Eu também estou temendo esses testes... - Neville comentou. - Acho que eu devia fazer o mesmo que ela; principalmente na área de Poções.

- Snape não vai dar pontos pra ninguém, mesmo que nos sairmos bem na matéria dele... - Rony disse. - A única que deve sair com a pontuação máxima, como sempre, é a Hermione!

* * *

As aulas daquela tarde foram praticamente monótonas. Flitwick lhes enisinara o feitiço de disfarce, mostrando a todos como uma pessoa poderia mudar completamente com um simples feitiço. Harry achou aquilo divertido, e mudava a cor de seus cabelos toda hora. Rony teve algumas dificuldades para executá-lo, enquanto Hermione mostrou ter mais experiência do que ela podia ter.

Logo depois da aula de Feitiços, os alunos estavam dispensados durante todo o resto da tarde. Hermione aproveitou para se enfiar novamente entre os livros na biblioteca; Harry decidira que iria procurar a tal Íris Avery outra vez. Achou que era necessário acertar algumas contas em relação ao o que acontecera naquela manhã.

Rony não teve outra alternativa a não ser acompanhar Hermione na biblioteca; aproveitaria e estudaria um pouco, mesmo contra a sua vontade. Não podia decepcionar seus pais com suas notas do N.O.M's.

Harry descia as escadas em direção às masmorras. Ele tinha verificado o horário de aula da Sonserina e eles estariam saindo da sala de Defesa Contra Artes das Trevas naquele instante.

A porta se abriu e diversos alunos da Sonserina corriam em direção às escadas; alguns estavam animados, mas a maioria tinha estampado na cara um certo desgosto.

- Veio verificar se não há nenhum Comensal saindo das masmorras, Potter?

Harry se virou e viu Draco, acompanhado de Crabbe e Goyle. Ele sorria maliciosamente, e esperava alguma resposta para retrucá-la novamente.

- É, Malfoy! - Harry respondeu, com muita raiva. - Vim procurar o seu pai por aqui!

Os olhos de Draco cintilaram. Seu sorriso se desfez, e deu lugar a uma expressão de raiva e desprezo. Os dois ficaram se encarando ali, e se não fosse a intervenção de Lupin, na certa já estariam lançando os piores feitiços um contra o outro:

- Harry, que bom que está aqui! Eu preciso falar com você!

O Prof. Lupin saía da sala da Profa. Lies, que continuava desaparecida. Harry ainda encarava Draco com olhares de raiva. O sonserino tratou de sair dali; provocar Harry Potter na frente do professor substituto de Defesa Contra Artes das Trevas não era uma boa idéia.

Harry foi conduzido por Lupin a entrar na sala. Deu-se conta então que não havia visto a irmã do goleiro da Grifinória. Bufando, ele sentou na cadeira mais próxima, enquanto Lupin se apoiava na mesa.

- Algum problema, Harry?

O garoto olhou para o professor. Ainda emburrado por ter perdido a oportunidade de falar com Íris, Harry se conformou com a situação: falar com Lupin também era necessário por causa de todos os eventos ocorridos ultimamente.

- O senhor leu o Profeta Diário, não?

- Li. - respondeu Lupin, sem alterar seu tom de voz. - É uma notícia trágica, mas não podemos parar tudo e sentar para chorar.

- O quê? - o garoto se espantara com a reação do professor. - Não está preocupado com o que pode acontecer com Sirius se...

- Ele não sobreviveu em Azkaban durante treze anos, estando em sã consciência?

As mesmas palavras que Harry disse a Hermione. Talvez, ele estivesse certo. Disse para a Hermione, tentando convencer a si mesmo disso. E agora, Lupin reforçava essa idéia. Por que estava tão inseguro de si?

- Não confia em Sirius, Harry? - o professor o encarou.

- Por que Fudge não interfere e o solta?

- Ele ainda não acredita na inocência de Sirius, apesar de tudo o que falamos. Mas não se preocupe, Harry. Sirius vai sair dessa. A única coisa que não podemos fazer é cruzar os braços e esperar que ele saia de Azkaban. Corremos contra o tempo para derrotar Voldemort; com ou sem a ajuda de seu padrinho.

Harry assentiu com a cabeça. O apoio de Lupin o ajudava; não estava sozinho nessa luta.

- Se precisar de mim, Harry, me procure... - disse Lupin.

Harry já se levantava para sair da sala, mas antes, o garoto indaga:

- Onde está a Profa. Lies?

- Não sei. Ninguém sabe do paradeiro dela.

- Ela não está do lado de... Voldemort?

- Não sei te responder, Harry. Mas se Dumbledore confia nela... creio que não.

* * *

Quando a hora do jantar chegou, Hermione demonstrava-se terrivelmente ansiosa. Parou no meio de uma leitura do livro de História da Magia e tratou de correr até o Salão Principal.

- Não acha que está exagerando, Hermione? - Rony tentava a todo custo acompanhar os passos apressados da amiga. - Afinal, acho que é somente depois do jantar que Dumbledore vai falar os nomes dos novos monitores.

- Não gosto de chegar atrasada, Rony. E além do mais, acho que não ficaria bem se uma candidata a monitora estiver dando maus exemplos para todos os alunos. Os professores descontarão pontos disso em mim.

Harry caminhava atrás de Rony, e não tinha muita pressa. Estava cansado; passara a tarde inteira procurando pela irmã de Ícarus e não a encontrou. Nem mesmo o irmão sabia onde ela estava.

Os três logo estavam no Salão, e sentaram-se à mesa da Grifinória. Foram uns dos primeiros a chegarem por ali; na certa, eram todos que estavam candidatados a monitores.

No canto da mesa da Sonserina, Íris Avery conversava com Pansy Parkinson. Ela viu Harry a olhando, mas logo desviou o olhar e voltou a conversar com Pansy. Estava normal, fria e discreta como sempre, diferente da Pansy, que não parava de tagalerar alto. Draco estava ao lado de Íris, mas não lhe dirigia a palavra.

O jantar foi servido em poucos minutos, e o Salão estava lotado. A mesa da Grifinória estava bastante atacada; Fred e Jorge não paravam de falar sobre novas invenções; Harry se animou ao saber que os gêmeos não haviam desistido de abrir uma loja de Logros e Brincadeiras. Por outro lado, Harry viu Katie Bell e David Harter conversarem animadamente; parece que os dois estavam se entendendo muito bem.

Rony já estava ficando bastante irritado por causa do comportamento de Hermione. Ela parecia rígida, e não estava afim de muito papo naquele instante. É claro, sem contar que Vítor Krum ainda escrevia de vez em quando para ela, o que deixava Rony com muito ciúme.

Observando os amigos, Harry nem viu o tempo passar. Dumbledore já estava de pé e pedia silêncio a todos os alunos da classe. A Profa. McGonagall trazia um pedaço de pergaminho na mão, e estava já postada em frente à mesa dos professores. Snape não mudava a sua expressão gélida, e aguardava a divulgação com braços cruzados. Lupin estava calmo, não demonstrando muita ansiedade por isso. Mas seu rosto estava cansado, e Harry sabia o quanto o professor sofria em relação à sua sina.

- Hoje, - Dumbledore começou. - Divulgaremos os nomes dos novos monitores. Foi eleito um aluno de cada casa através de muitas reuniões e avaliações dos professores. A Profa. McGonagall vai dizer os nomes dos alunos aprovados a essa função e, assim, quero que cada um deles venha até aqui para se apresentarem.

O coração de Hermione parecia que ia pular para fora. Harry teve a impressão que a amiga estava tremendo de nervosismo. Mas desejou profundamente, embora a amiga ficasse decepcionadíssima, que ela não fosse monitora. Não queria sentir-se sob pressão, e sabia o quanto Hermione pegaria no seu pé caso ela fosse monitora.

- Primeiramente, - a Profa. McGonagall dizia, enquanto desenrolava o pergaminho. - Queria pedir para que esses novos monitores, depois de se apresentarem, comparecessem à minha sala para acertarmos a função de cada um. Assim, a partir de amanhã, estarão aptos a assumirem a função de monitores.

Houve alguns burburinhos pelo salão. Harry viu Hermione fechar os olhos com força e falar algumas palavras que ele não compreendia. Na certa, ela estaria rezando para ser escolhida. A vice-diretora prosseguiu:

- Vou chamar o aluno agora que foi escolhido para ser monitor da Lufa-lufa.

A mesa da Lufa-lufa estava atenta ao que a professora tinha a dizer:

- Justino Finch-Fletchley!

Toda a mesa da Lufa-lufa aplaudiu. Justino, que estava meio desacreditado por tudo isso, levantou-se e demonstrou uma alegria enorme, enquanto corria para a mesa dos professores. Muitos estavam querendo cumprimentá-los, e alguns alunos até se levantava para fazê-lo.

- Eu não sabia que o Justino queria ser monitor... - Rony comentou com Harry.

- Nem eu. Não era a cara dele...

Justino era um aluno da Lufa-lufa que assistia aula de Herbologia junto com eles. No segundo ano, Harry lembrou-se que ele o acusava de ser herdeiro de Salazar Slytherin e de ter aberto a câmara secreta. Harry mostrou a todos, naquele ano, que era ofidioglota: tinha capacidade de conversar com cobras. No fim, o garoto veio pedir muitas desculpas por ter desconfiado dele, e voltou a ser tudo como era antes.

Hermione ainda permanecia de olhos fechados rezando. Rony teve vontade de rir da cena, mas Harry pediu para se conter.

- O novo monitor da Corvinal, - a professora de Tranfigurações dizia após ter cumprimentado Justino. - É Steven Cross.

Um rapaz alto e moreno levantou da mesa da Corvinal, que prorrompia em aplausos. Harry reconheceu que se tratava de um artilheiro do time de quadribol da Corvinal; e foi aí que Harry lembrou-se de Cho. Como ela poderia estar naquele momento, no meio de suas amigas da sua casa, aplaudindo um companheiro de casa e de quadribol... E, infelizmente, ela se encontrava desfalecida, na ala hospitalar.

Steven Cross se juntou a Justino. Os dois se cumprimentaram, e permaneceram ali, sorrindo cada um para a mesa de sua casa. A professora de Transfigurações tomava a palavra novamente, fazendo com que todos ficassem em silêncio de novo:

- Agora, vou dizer o nome da nova monitora da Sonserina: Íris Avery.

A mesa da Sonserina aplaudia a sua nova monitora. Draco parecia um tanto decepcionado; ele também devia ter se inscrito para ser monitor. Snape quase levantou da cadeira ao ouvir o nome de sua aluna do quinto ano. Ele olhou friamente para ela, que seguia em direção a mesa dos professores. McGonagall a cumprimentou, assim como todos os outros novos monitores. Harry a olhava sem piscar; a filha de um Comensal da Morte iria monitorar a casa de onde saía o maior número de bruxos das trevas. Isso pareceria irônico para Harry, se ele não fosse avaliar pela situação que se encontrava.

- E agora, - a vice-diretora parecia um tanto feliz ao anunciar o nome do novo (ou nova) monitor de sua casa. - A nova monitora da Grifinória é...

Hermione apertou com força seus olhos. Harry e Rony tinham certeza que ela iria conseguir o posto que tanto queria.

- Hermione Granger!

A Grifinória teve a torcida mais forte de todas as casas. Fred e Jorge trataram de fazer barulho com as novas bombinhas criadas; Neville e Gina, com muito esforço, cumprimentaram a amiga e Harry e Rony, mal conseguiam acreditar, só de pensar nos problemas que teriam em com Hermione sendo monitora.

A nova monitora da Grifinória andava apressadamente em direção à diretora de sua casa; não se contendo, McGonagall abraçou Hermione, que sorria sem parar.

- De hoje em diante, - Dumbledore teve que falar em tom alto, para que sua voz sobressaísse em meio a tanta badalação. - Justino Finch-Fletchley, Steven Cross, Íris Avery e Hermione Granger tem a função de monitorar as suas casas. Esses são os novos monitores de Hogwarts.

Assim, os quatro novos monitores seguiam a vice-diretora até a sua sala.

 


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